Terça-feira, 26 de Novembro de 2024

CARNEIROS OU AVIÕES, TANTO FAZ!

466352029_8675472602540562_6165806194983920487_n.jNão posso deixar de partilhar aqui estas palavras do meu amigo Acácio Bragança Martins, porque entendo que palavras assim não podem ficar fechadas nas caixas dos comentários. São demasiado importantes, lúcidas e transmissoras de uma realidade que nos faz sentir que o povo, desunido, tem sempre muito pouca força sobre o Poder, por mais legítimos que sejam os seus direitos como cidadãos de um País que se diz democrático, como o nosso.

Vem isto a propósito do meu mais recente artigo «sobre os aviões», numa espera que já vai ultrapassando os 6 meses, sem resultados à vista. Antes se vê a desatenção e o desinteresse com que os nossos governantes vêem os problemas que afectam muitos milhares de pessoas, que têm solicitado a sua interferência, no caso abusivo e lesivo da passagem dos aviões, dia e noite, sobre as suas residências na parte sul do Ribatejo.

No passado domingo, dia 24, acordei com a passagem de um avião eram 5 e pouco da madrugada. Sem conseguir voltar a adormecer, contei, em pouco menos de meia hora, a passagem de 20 aviões! Cansada e revoltada, dei por finda a contagem.

Tempos atrás, contavam-se carneiros (ou carneirinhos) para adormecer. Mais modernamente, contam-se aviões porque não se consegue dormir!

Soledade Martinho Costa

 

Acácio Bragança Martins

Amiga Soledade, como lamento este arrastar de situação. Estou completamente do seu lado, de acordo com a sua revolta, e faço minhas as suas palavras acusatórias a quem, de direito, se direcionam. O último parágrafo do seu texto (palavras transcritas de Maria Odete), alertou-me para a figura do “Zé Povinho”. Se, desde outros tempos, se caricatura o "Zé" aparecendo cruzando os braços, por não aceitação ou indignação, imaginei-o, agora, de braços descaídos e sem força, resignado a aceitar esta enganadora democracia. O “ZÉ” (que somos todos nós) não deve baixar os braços, deve exigir um tratamento digno de acordo com os seus direitos, caso contrário irá padecer, moribundo, nas mãos de políticos irresponsáveis, que pregam uma democracia falaciosa. Infelizmente, tenho verificado que existe uma fragmentação social, uma desigualdade de sentimento de injustiça, uma crescente desvalorização de dimensões culturais, e uma opinião pública cada vez mais mal-(in)formada, que fácilmente se deixa arrastar para um processo de degenerescência na democracia. São necessárias pessoas, como a Soledade, que se oponham às instâncias que levam a “caminho para a servidão”, a um empobrecimento de direitos e de condições, que devastam a dignidade, a saúde, os horizontes de vidas quotidianas. São importantíssimas as palavras e a divulgação de textos, assim, de alguém que ainda saiba dizer “não”, porque se aceitarmos o que está mal, mesmo diante dos nossos olhos, será inevitável cair-se no esquecimento, e perder-se na memória de que “o povo é quem mais ordena”. É na acção, e não na promessa, que está a Verdade da Política. Muita força e muita saúde para levar este assunto a bom porto. Grato pelo seu apoio.

 

publicado por sarrabal às 11:09
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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2024

6 MESES A ADORMECER E A ACORDAR COM O RONCO INFERNAL DOS AVIÕES E A SER ALVO DAS SUAS MORTÍFERAS PARTÍCULAS

AVIÕES.jpgAssim continua a ser o dia-a-dia dos residentes na zona sul do concelho de Vila Franca de Xira: cidades de Alverca do Ribatejo e Póvoa de Santa Íria, vilas de Forte da Casa, Vialonga e localidades adjacentes: Arcena, Bom Sucesso, Calhandriz, Sobralinho… Um dia a dia que começa cedo e acaba tarde.

Já vão longe as promessas feitas pelo ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz ao presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira, quando do seu encontro, no sentido de procurar uma solução para este infernal problema, que continua a afectar milhares de residentes nesta zona do Ribatejo.

Passados seis meses de espera, alguma coisa deveria ter sido já mudada, mas o assunto que nos aflige parece estar bem longe de ser resolvido como se deseja. Os aviões continuam, impunemente, a passar, noite e dia, sobre as nossas casas, em voos baixos, a maior parte da vezes com intervalos de apenas dois ou três minutos, perturbando a vida de cada um, quando há seis meses, embora com as desvantagens que são fruto das cidades em ascensão, viver em Alverca do Ribatejo podia considerar-se viver no paraíso, nada fazendo prever que sobre ela se abatesse esta insuportável hecatombe de impacto ruidoso, causador de grave poluição sonora e ambiental, devido às perigosas partículas despejadas sobre as populações.

Tudo isto já foi dito e repetido vezes sem conta. Tudo o que aqui se repete não é, portanto, novidade. Mas há ouvidos surdos e vontades ausentes, que se sobrepõem, visando interesses económicos, numa atitude de quero, posso e mando, como aquela que nos está a ser imposta.

Atropelam-se factores de risco, no que respeita ao ambiente e à saúde, à tranquilidade e ao bem estar a que todos temos direito. Provavelmente, com o sentido (bem português) tão usual entre nós, de adoptar a fórmula mágica, baseada naquele aforismo popular «eles (nós, que sofremos diariamente este flagelo) hão-de acabar por calar-se, por se habituar. É só uma questão de tempo!»

Isto é, os nossos governantes estão convencidos que nos hão-de vencer pelo cansaço. Pela longa espera, dia após dia, sem qualquer alteração visível, que venha ao encontro das nossas justíssimas reivindicações, fundamentadas nos direitos que nos assistem como cidadãos de um país que se diz democrático.

Há já quem tenha abandonado Alverca do Ribatejo, em busca de tranquilidade e mais saudável ambiente. Há quem tenha casa devoluta à espera de poder voltar a residir em Alverca do Ribatejo, «em busca da cidade, como ela era ainda há seis meses.»

Não posso deixar de repetir-me. A opção que se aguarda, aquela que os residentes das localidades atrás citadas desejam, ansiosamente, desde há seis meses que seja tomada, como solução para este tormento do ruído e dos males que lhe acrescem, não são os horários estipulados (falsos e não cumpridos) nem os mirabolantes isolamentos acústicos impraticáveis, mas, sim, que sejam retomadas as anteriores rotas que permaneceram em vigor durante dezenas de anos, sem protestos das populações, até ao dia 16 de Maio passado.

Basta que os aviões façam a mudança de rota, como sempre fizeram, retomando o antecedente virar à direita, sobre o estuário do Tejo, ou à esquerda, para a lezíria de Loures (evitando os grandes núcleos habitacionais da zona) e reassumindo, como anteriormente, os seus voos sobre o Mouchão da Póvoa. Solução, aliás, quando do encontro do nosso presidente da Câmara com o ministro das Infraestruturas, mereceu, da parte deste, a opinião de «ser uma solução viável».

E porque, no fundo, é o povo que sofre, mas também é o povo que fala e exterioriza a sua indignação, reproduzo um comentário que encontrei «escondido» num artigo sobre este tema. Sem retoques, aqui o deixo como foi escrito por

 

Maria Odete Aparício Pinheiro

29 de Setembro, 2024

 

«O problema teria resolução imediata se repuzessem o sistema que existia até 16 de maio. É evidente que não pretendem resolver coisa nenhuma. Por isso dizem que agora são precisos estudos demorados e caros. Não são eles, os tomadores das decisões, nem as suas famílias, que têm 300 aviões a roncar sobre as suas cabeças, das 5 h da madrugada até à uma da madrugada do dia seguinte, nem são eles que sofrem os efeitos altamente nefastos das PUF, partículas ultra finas, uma vez que vivem na Lapa ou no Restelo, em Cascais ou no Estoril e não em Alverca ou no Forte da Casa. Esta desculpa é só para iludir o Zé… Somos todos parvos!!!»


Soledade Martinho Costa

(Escritora e jornalista residente em Alverca do Ribatejo)

publicado por sarrabal às 02:42
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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2024

SÃO MARTINHO - A VIDA E A LENDA

22565378_UqpvD.jpegSão Martinho nasceu em Sabária da Panónia (actual Hungria) no ano de 316. Filho de um oficial romano, estudou em Pavia, embora o pai, na intenção de afastá-lo das influências cristãs, o inscreva, ainda muito jovem, no exército. Obrigado ao juramento militar, serve na Guarda Imperial até aos quarenta anos.
Sem abdicar das suas convicções religiosas, abandona o exército e torna-se discípulo de Santo Hilário (bispo de Poitiers, França, e padre da Igreja, 315-367), sendo por este ordenado. Mais tarde é sagrado bispo de Tours (França), lugar que veio a ocupar quando esta diocese ficou vaga em 371.
Apelidado o Apóstolo das Gálias, São Martinho ficou conhecido pela sua extrema caridade. A ele pertence o episódio de Amiens, que relata ter-se apeado certa manhã do seu cavalo, no rigor do Inverno, para rasgar com a espada e repartir com um mendigo a sua capa, que trazia sobre os ombros. Mais tarde, o mesmo mendigo ter-lhe-à aparecido em sonhos como Jesus Cristo, dizendo: «Martinho deu-me este vestuário.»
Retirado, a seu pedido, para um lugar isolado (Ligugé, perto de Poitiers), depressa reúne à sua volta discípulos atraídos pela sua fama de grande sabedoria e bondade. Ali funda o Mosteiro de Ligugé e, posteriormente, junto da cidade, o primeiro mosteiro de Marmontier. Morre em Candes (França) a 11 de Novembro de 397, com oitenta anos, tendo o seu corpo sido levado para Tours e sepultado no cemitério, à entrada da cidade.
Ao longo dos séculos foi considerado o santo mais popular da Europa Ocidental. Durante a Idade Média eram constantes as peregrinações ao seu túmulo, só comparáveis às que eram feitas aos sepulcros dos Apóstolos em Roma, tal a fama dos seus milagres.
A crença em São Martinho era tanta que os Merovíngios (nome da primeira dinastia que reinou em França), antes de partirem para a guerra, rezavam junto do seu túmulo, levando as tropas, na dianteira, a capa do santo como talismã. Os seus atributos são um cavalo branco, uma espada e um manto. Iconograficamente aparece galopando à frente dos exércitos.
No que respeita à alegoria «Verão de São Martinho», associa-se ao facto de se registarem, quase sempre no início de Novembro, alguns dias de temperatura amena e por vezes de calor.

Não se lhe conhece, todavia, qualquer ligação ao vinho. Supostamente, a sua celebração resultará da apropriação ou réplica cristã das festividades greco-romanas dedicadas a Baco, deus romano e grego do vinho, que tinham lugar em Roma e na Grécia por altura da abertura nas adegas do vinho novo (a 9 de Outubro).

Soledade Martinho Costa

Do livro «Festas e Tradições Portuguesas, Vol VIII
Ed. Círculo de Leitores

publicado por sarrabal às 03:40
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Domingo, 3 de Novembro de 2024

CALENDÁRIO DE NOVEMBRO

398687761_6762769977144177_367507070903608879_n.jpO céu

Retém ainda

O voo das cegonhas.

 

Acendem-se braseiras

De histórias

E de mosto

Regressam as castanhas

No bico do capuz.

 

Há bruxas

Que povoam

As noites de Novembro

No oiro das laranjas

Pousa o luar em cruz.

 

Soledade Martinho Costa

 

publicado por sarrabal às 01:10
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Sábado, 2 de Novembro de 2024

O CULTO DOS MORTOS - «ALMINHAS»

27487815165_abc180f161_b.jpgA primeira referência às comemorações por intenção dos defuntos, efectuada anualmente e em data fixa associada à Festa de Todos os Santos, é atribuída a Santo Isidoro de Sevilha no século VII, conquanto se deva a Santo Odilão de Cluny a introdução do ritual no seu mosteiro entre 1025 e 1030, daqui se estendendo a festividade litúrgica aos demais mosteiros da ordem e depois a toda a Igreja.

Em 1915, por concessão de Bento XV, através da bula Incruentum, foi autorizado a todos os sacerdotes da Igreja Católica celebrarem três missas no dia dos Fiéis Defuntos. Este privilégio já havia sido concedido a Portugal, Espanha e América Latina pelo papa Benedito XIV em 1748 – devido à influência desse antigo e piedoso costume verificado na Igreja de Aragão –, enquanto Leão XIII estende a concessão a toda a Igreja, pedindo que «no último domingo de Setembro todos os sacerdotes celebrem uma missa pro defunctis, extensiva aos sacerdotes falecidos.

 O Ofício de Defuntos é difundido pelos mosteiros a partir do século XIII, embora, desde os tempos apostólicos possam encontrar-se textos alusivos à oração pelas almas.

 «ALMINHAS»

Independentemente das celebrações piedosas pelos defuntos, que englobam os dias 1 e 2 de Novembro, refira-se um outro culto que, desde há séculos, se presta às almas do Purgatório. Manifesta-se pela existência de pequenos altares ou nichos construídos em pedra ou cimento, guarnecidos por pequenas imagens religiosas, esculpidas em pedra ou barro, ou pintadas de forma singela em azulejo, alusivas a santos ou ao Purgatório.

Trata-se das «Alminhas», designação pela qual são conhecidos popular e piedosamente estes altares propiciatórios em favor e memória dos defuntos, sendo frequente depararmos com estas pequenas construções erguidas à beira das estradas, nos caminhos, nas encruzilhadas, ou mesmo no meio dos campos, quer em locais ermos ou habitados. A revelar, quase sempre, o acto de mão piedosa, dado pela deposição de algumas flores, ou pelo acender de uma vela, lamparina ou candeia de azeite, cuja chama, a alumiar a noite, nos faz lembrar os que já não se encontram entre nós.

Localidades há onde são entregues aos habitantes «correndo a roda às casa», a fim de que todos possam contribuir para a sua preservação, limpeza e alindamento. Aquele que a tiver a seu cargo deverá alumiá-la todas as noites até findar o seu mandato. Daí, o uso, em certos lugares, de continuarem a realizar-se «peditórios de azeite para as alminhas», ou proceder-se à entrega dele em cumprimento de promessa. É também usual, principalmente pela Quaresma, efectuar-se uma novena, em que durante esses nove dias a pessoa que fez a promessa vai alumiar as «alminhas» e fazer orações.

Símbolos da religiosidade e do sentido piedoso do povo, deve-se às confrarias das almas, no século XVII, a sua contribuição para a divulgação das pinturas do Purgatório nelas representadas. No século XVIII as irmandades e confrarias das almas espalham-se de norte a sul do País.

Nas suas inscrições, pedem apenas a quem por elas passar, uma breve oração em seu favor, ou tão-só, um pensamento piedoso por sua intenção.

«Irmão, lembrai-vos das Almas que estão no Purgatório com um Pai-Nosso e uma Ave-Maria», ou «Ó vós que ides passando/Lembrai-vos das almas que estão penando», ou ainda «Ó vós que aqui vindes tão descuidados de nós/Lembrai-vos das almas/Que nós nos lembramos de vós», são alguns dos dizeres afixados nesses altares.

Em Sesimbra, por tempos idos, as «alminhas» eram lembradas naquela vila (devido às terríveis epidemias de cólera e de febre-amarela que dizimaram a população em 1856 e 1857), praticando-se o piedoso culto de se subir ao Calvário, local situado no Forte de Santa Cruz, onde as vítimas foram enterradas por não haver espaço nos cemitérios, para colocar junto à cruz ali existente lanternas com azeite para «alumiar as almas».

As «alminhas» são uma criação genuinamente portuguesa, não havendo sinais deste tipo de representação da arte e da religiosidade popular em mais nenhum lado do mundo. 

 

Soledade Martinho Costa

 

Do livro “Festas e Tradições Portuguesas”, Vol. VIII

Ed. Círculo de Leitores

Foto de Fernando DC Ribeiro, aldeia de Amiar, Salto, Montalegre (Terras do Barroso).

publicado por sarrabal às 02:57
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Sexta-feira, 1 de Novembro de 2024

DIA DE TODOS OS SANTOS - ORIGENS

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Designado, primitivamente, dia de Nossa Senhora dos Mártires, esta data foi celebrada durante mais de dois séculos no dia 13 de Maio com um ofício próprio, enquanto por volta de 737 passa a ser incluída no cânone da missa uma alocução dedicada a todos os santos.

Ainda no século VIII (741), Gregório III manda erigir na Basílica de São Pedro, em Roma, uma capela dedicada ao Divino Salvador, a Sua Santíssima Mãe, aos Apóstolos e a todos os mártires e confessores dando-se assim um maior impulso à Festa de Todos os Santos.
No século IX (835), a data desta festa religiosa é então fixada no dia 1 de Novembro pelo papa Gregório IV, que de há muito vinha pressionando Luís I, o Piedoso, rei de França, de modo a emitir um decreto que oficializasse a celebração.
A partir de 837, por decreto real, a data da festividade no dia 1 de Novembro torna-se universal, constituindo uma das maiores solenidades para toda a Igreja Cristã.
No final do século X, Santo Odilão ou Odilon, quarto abade de Cluny (994 – 1048), junta às celebrações em louvor dos santos algumas orações em favor do descanso eterno dos defuntos.
Esta introdução levou mais tarde a que se procedesse à separação das duas datas, vindo o dia 1 de Novembro a ser consagrado a todos os santos da Igreja Católica, enquanto o dia 2 passou a ser dedicado, exclusivamente, aos fiéis defuntos.
Autores há que defendem constituírem as duas celebrações do dia 1 e dia 2 de Novembro uma única festa, expressa e directamente ligada ao culto dos mortos.
 
Soledade Martinho Costa
 
Excerto do livro «Festas e Tradições Portuguesas», vol. VIII
Ed. Círculo de Leitores
publicado por sarrabal às 20:28
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