Feliz Novo Ano 2023 são os votos do Sarrabal aos seus leitores.
Soledade martinho Costa

A altura para distribuição do livro, muito em cima do Natal, não foi das mais favoráveis, mas foi aquela em que a gráfica pôde entregar o trabalho. Com alguma antecedência, quase sempre logo a partir de meados de Novembro, os livreiros começam a receber as novidades e as livrarias a ficar com pouco espaço disponível. Daí, a distribuição pela Dinalivro não cobrir, por enquanto, as livrarias do costume. Só no início de Janeiro ela se fará devidamente. A não ser que o pedido seja feito directamente à distribuidora.
Não costumo colocar em evidência as capas dos meus livros. Dá-me sempre a impressão de estar a fazer um apelo à sua compra. Não porque não queira que o livro se venda! Mas a própria distribuidora me pede para fazer um pouco de publicidade, de divulgação, para ajudar à venda. É do seu interesse e do meu, é evidente. Por isso, estas linhas, a acompanhar a contracapa do livro que não tinha sido ainda publicada. Os meus livros , de há sete anos para cá, saíram nos meses de Fevereiro, Outubro (2) e Novembro. Este calhou sair a meio de Dezembro (embora nas páginas de entrada do livro esteja escrito Outubro, data em que o livro entrou na gráfica). Fica o contacto telefónico da distribuidora para quem estiver interessado, ao mesmo tempo que cumpro o que me foi pedido. (Está bem assim, Paula?)
Contactos Dinalivro: 217122210/ 965791523
Nota: Entretanto, posso informar que o livro já se encontra à venda na Wook e na Bertrand.
Soledade Martinho Costa
Uma preocupação constante para mim, mal se aproximava o Natal, era como entravam o Menino Jesus e o Pai Natal pela chaminé. O receio do Menino se magoar ou do Pai Natal escorregar e cair no fogão da cozinha – pior ainda se o peru estivesse ao lume. Nos Natais da minha infância, o peru ficava sempre a cozer até altas horas (principalmente, se acontecia ser um peru já velho), enquanto decorria a Consoada. De manhã estava ainda quente, e depois era só continuar a cozinhá-lo para ser servido no almoço do Dia de Natal. Outra coisa bem diferente era a minha aversão às filhoses. Por mais que insistissem para que eu as comesse, não havia ninguém que me convencesse a fazê-lo. Lembro a sala grande da avó Maria Estrela apinhada de família, a grande mesa cheia de lugares para tanta gente, as nossas correrias pela sala e pela casa inteira (minhas e dos meus primos), o cheirinho bom vindo da cozinha, as mãos da minha mãe e das minhas tias enfiadas nos grandes alguidares, mangas arregaçadas, a mexer a farinha misturada com a abóbora, o fermento e os ovos. Alguidares tapados depois com panos brancos, para que a massa levedasse, até chegar a altura das frigideiras a receberem, colherada a colherada, num ritmo certo, para dançarem de roda no óleo fervente. Deitadas depois nas travessas, o açúcar e a canela por cima (sempre enquanto ferventes), o cheirinho no ar, a anunciar uma noite e um dia especiais, no calendário dos nossos poucos anos. A expectativa da chegada dos presentes pela manhã, à nossa espera na velha chaminé, trazidos pelo Pai Natal ajudado pelo Menino Jesus. Tanta coisa boa e tão longe, a dormir o sono da distância quando a casa era habitada pelas vozes das palavras todas. Pelos risos felizes, na comunhão de uma grande família, unida, amiga, fraterna.
Mas houve uma solução para a minha teimosa aversão às filhoses. Numa manhã em que nós, as crianças, nos dirigimos à cozinha para ver os presentes, tinha eu no meu sapato, além dos brinquedos, um cartucho de papel pardo (será que existe ainda tal coisa?) cheio de filhoses. Os direitos de autor desta criativa ideia, vão inteirinhos para a minha tia Bé. Disse-me ela, perante a minha deslumbrada admiração, «que fazia mal em não comer aquelas filhoses, porque não eram iguais às outras. Aquelas tinham sido feitas no Céu pelo Menino Jesus». Agarrei no cartucho como o presente mais precioso que alguma vez tivesse recebido. E saboreei como coisa divina as filhoses que as fazia, totalmente, diferentes das que via amassar na cozinha da avó Maria Estrela. E nunca mais, até hoje, me parece ter comido outras com o mesmo sabor do «logro» da minha infância. Imaginava o Menino Jesus lá no Céu, de manguinhas arregaçadas, às voltas no alguidar com a tarefa de aprontar a massa das filhoses. Quando só faltava uma ou duas, dava só uma trincadinha. E assim as fui comendo, até restar apenas o cartucho. Nos Natais seguintes, as «filhoses do Menino Jesus» passaram a ser o presente mais ansiado por mim na manhã do Dia de Natal. Por poucos anos, porque a infância passa depressa. Foi um sonho lindo com cheirinho a canela. Mas como os sonhos se vão perdendo de nós sem nos pedirem licença, também esse se foi afastando de mim ao longo do tempo, até chegar hoje, intacto, a esta página que escrevo.
Soledade Martinho Costa
Do livro «Uma Estátua no Meu Coração»
Edições Vela Branca

Onde a magia dos Natais de outrora
O presépio dos olhos da infância
São José, a Virgem, o Menino
Figuras modeladas
Quase gente
A mostrar-se ao espanto
Dos pastores que vinham
Em fila pelo musgo dos caminhos
Para ofertar cordeiros e presentes.
Onde a azáfama do rumor das mãos
Nos alguidares de barro onde a farinha
A abóbora, os ovos, o fermento
Tomavam forma e gosto tão distantes.
Aonde o sono arredio que não vinha
Nessa Noite Sagrada em que os pinheiros
Choram saudades de bosques e de estrelas
Sob a caruma de luzes e de enfeites.
Onde o mistério que seguia os passos
Dos adultos no ranger das tábuas
Em nossos passos furtivos de criança
Na ânsia de encontrar em qualquer canto
De barbas e de saco o Pai Natal.
Quantos Natais assim em que a Família
Se reunia inteira à grande mesa
Da sala de jantar tão velha e gasta
Mas que nessa noite por magia
Transformava em cristal os vidros baços.
Quantos presépios retidos na memória
Quantos aromas ainda a Consoada
Quantos sons a deixar nos meus ouvidos
Os risos, os beijos, os abraços.
Quantas imagens cingidas na penumbra
Desta lembrança que se fez saudade
Dos rostos, dos gestos, das palavras
Na lonjura das vozes e da Casa.
Noite Divina em que torno a ser criança
Ante o meu olhar adulto e me desperto
Na emoção que nos traz os anos:
O meu Natal é hoje mais concreto
Mas muito menos belo e mais deserto.
Soledade Martinho Costa
Do livro Um Piano ao Fim da Tarde
Edições Sarrabal
Tela: «A Adoração dos Pastores», Giorgione

Remontará, supostamente, à Antiguidade, quando no solstício do Inverno era hábito decorarem os templos e as casas com folhagem (símbolo da vitória da vida sobre a morte), ritual pagão que tinha por finalidade “revigorar e reverdecer a natureza e apelar aos espíritos das árvores o seu regresso na Primavera, para tornarem a cobri-las de folhas”.
Outra hipótese para a sua proveniência, leva-nos à Idade Média, altura em que terá feito a sua aparição integrada nos «Jogos da Natividade» ou «Jogos do Paraíso», celebrados a 24 de Dezembro em Estrasburgo (capital da Alsácia) , alusivos a Adão e Eva (segundo parece, a darem depois origem aos «presépios vivos», cujos primeiros textos foram localizados naquele país). Nestas representações, a simbolizar a «Árvore do Paraíso», era escolhido o abeto para nele se colocarem as maçãs. Uma outra menção, de 1605, indica que nessa data os Alsacianos enfeitavam as suas casas com abetos ornamentados com gravuras douradas, maçãs e guloseimas. Noutra versão, o abeto terá sido escolhido devido à sua configuração (triangular), representando, com os seus três bicos, a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.
Na corte de França, em 1711, tentou lançar-se, pela primeira vez, o hábito da árvore de Natal, mas a intenção não resultou. A figuração da árvore natalícia veio a consolidar-se, fazendo a sua aparição nas Tulherias, somente em 1840. Na Alemanha, a árvore de Natal (enfeitada com papel de cor em honra de Nossa Senhora) foi adoptada em 1772, costume seguido, um pouco mais tarde, pela família real de Inglaterra.
Em 1861 surge na América (levada pelos emigrantes alsacianos) e em 1863 aparece na antiga Checoslováquia. A partir daí, a árvore de Natal é considerada e aceite, definitivamente, como elemento decorativo alusivo à Natividade por muitos outros países, como a Suécia, a Holanda, a Noruega e a Rússia.
Muitas são também as suposições para a colocação das velas na árvore natalícia (símbolo de Cristo como a Luz do Mundo), uma delas associando a sua origem, uma vez mais, aos Alsacianos, que terão introduzido esta variante de enfeite de árvore no século XVII, conforme asseguram documentos datados dessa época – velas hoje representadas pelas lampadazinhas de cores.
Para a iluminação dos abetos no Natal (em Portugal substituídos pelos pinheiros), existe uma lenda que conta “ ter-se perdido um cavaleiro, homem bom e crente, numa grande floresta na noite de Natal. Para o ajudarem a encontrar o caminho de casa, os anjos do Natal enfeitaram, então, com estrelas o maior abeto da floresta, assim iluminando a densa escuridão, para orientar o bondoso cavaleiro.
Soledade Martinho Costa
Do livro Festas e Tradições Portuguesas Vol. VIII
Ed. Círculo de Leitores

Os primeiros poemas deste livro (temas, versos) fazem parte de uma obra que não chegou a ser publicada. A ideia foi a de escrever poemas que pudessem ser musicados. Ainda inédito, com o título O Tempo (en)Cantado o trabalho recebeu, em 1994, o Prémio de Poesia João de Deus, atribuído pela Câmara Municipal de Albufeira (...) O inédito não foi entregue a qualquer editora, porque, entretanto, alguns dos poemas foram musicados, daí resultando a sua integração em CD. Outros acabaram por ser incluídos no meu livro Um Piano ao fim da Tarde. Resolvi agora publicar os poemas restantes da obra premiada: os não musicados, os apenas musicados e os que foram gravados em CD.
(…) Dividido em três partes, o livro integra ainda crónicas e poesia inéditas em livro. (…) … o título da obra, embora inclua poemas do livro premiado, passou a ser Canções Contadas porque há sempre histórias a contar sobre algumas delas: dos seus músicos, dos seus intérpretes e dos próprios poemas (…)... onde a mistura de temas faz o seu todo. Espero que a leitura vos agrade tanto como me agradou a mim escrever os poemas e ouvi-los depois transformados em canções. Termino com o meu agradecimento a todos os músicos e músicos/cantores que nomeio neste livro.
Soledade Martinho Costa
(Distribuidora: Dinalivro)

De pedra
Colmo
Tábuas
Papelão
Sob telhados de zinco
Ou telha vã
Eis os estábulos
As grutas
Os abrigos
Onde nascem e dormem
Os meninos nus
Há mais de dois milénios.
Herdeiros de um legado
Instituído por decreto-lei
Réplicas
De outro Menino
Que o Anjo anunciou
Nascido na lapinha de Belém
Não têm a seus pés
Pastores nem reis
Dormem
Dormem, simplesmente
Pelos presépios
Adorados por ninguém.
Nas reservas surdas
Ao apelo das florestas
No fogo das areias
Onde a terra se nutre
Das almas e dos corpos
Nos ghettos onde o leite
Nos seios seca
Ao explodir das bombas
Nos bairros marginais
Nos prédios em ruínas
Nos quartos alugados
Nos tugúrios onde não chega
A Estrela Peregrina.
Templos sagrados
Onde as mães
Esvaído o ulo vaginal
Debruçam sobre o ventre as mãos
Cortando aos filhos
Esquecidos
Humilhados
Sem pão
Amparo ou pátria
O cordão umbilical.
Talvez para que fujam
E repetido seja outro milagre
À revelia dos homens
Como então.
Soledade Martinho Costa
Do livro Um Piano ao Fim da Tarde
Edições Sarrabal

Que foi que aconteceu
Jesus?
Eu peço que me digas.
Se o meu olhar agora
É mais profundo
Se a minha esperança
É quase uma saudade
E se instalou o medo
Pelo mundo.
Que foi que aconteceu
Jesus
Nesta Noite de Incenso
E liturgias?
Onde estão os pastores
E os seus afagos
Porque vestem de luto
Os Três Reis Magos
Que te oferecem no berço
As mãos vazias?
Que foi que aconteceu
Jesus?
Eu peço que me digas.
A razão desta angústia
Deste peso
Que em mim se fez pertence
E fez cativo.
Desta mágoa
Que me veste e que me vence
Que me chega ao coração
Como se fosse Heródes o motivo.
Desta mágoa
Que me chega ao coração
Em línguas que não falo
Nem conheço.
Em línguas
Onde apenas reconheço
Em cada direito violado
Em cada morte
Em cada grito
O choro das crianças
Universal e aflito.
Soledade Martinho Costa
Do livro Um Piano ao Fim da Tarde»
Tela: «Madona e o Menino» (pormenor), Sandro Botticell

Duas perguntas duas resposta da entrevista recente de Cristiano Ronaldo:
P - Se Portugal vencer a Copa?
R - Aposentar-me-ei 100%. Se vencer eu paro.
P - Caso não vença…
R - Quero jogar mais dois anos, mais três anos. Dois ou três anos no máximo. Quero terminar com 40. Acho que 40, vai ser uma boa idade... mas eu não sei, não sei o futuro.
Querido Ronaldo, essa aposentação, a dar-se, caso Portugal tivesse vencido a Copa, teria o mesmo simbolismo da tua carreira, com toda a magia que advém de algo por explicar: a tua história, a tua vida desde criança, a tua adolescência, a tua juventude, o teu dom, o teu sucesso, a tua conduta como pessoa fraterna com um enorme coração. Tudo o que é estranho e nos faz reflectir para nos dizer que existem mistérios de que não possuímos a chave para os desvendar. Pessoas com um percurso, uma vivência e um comportamento como o teu, parecem não pertencer a este mundo. São uma espécie de contrapartida que a mão de Deus envia á Terra para nos compensar da parte negativa que carregamos sobre os ombros. A tua aposentação seria a grande glória, sim, a mais perfeita e ajustada. A lenda consumada e gravada com letras de oiro, em vez de ser, numa outra ocasião, apenas um ponto final. Pessoas como tu, a quem chamam pessoas de luz, que deixam o seu nome ser soletrado com admiração e respeito, por todas as Línguas do Universo, são, decerto, tão raras que só de séculos em séculos devem aparecer no mundo. Nesse aspecto, Deus, não costuma ser «mãos largas». Ele, melhor do que ninguém, sabe como a Humanidade é imperfeita e pouco merecedora destes Seus actos de bondade. Mas se continuares até aos 40 (o que me parece possível), provavelmente, a tua retirada não terá o mesmo impacto por esse mundo, o mesmo brilho das estrelas. Nesta altura, caso Portugal não tivesse perdido, cumprir-se-ia como um remate perfeito para finalizar a tua ímpar e extraordinária carreira. Seria um acontecimento digno de uma pessoa que veio cumprir e mostrar a sua missão, singular e única, aos olhos do mundo inteiro. Farias emudecer as bocas que te hostilizam e invejam. As atitudes que te afrontam e te humilham. Sairias ainda mais dignificado e consagrado e envergonhar-se-iam as mentalidades daqueles que não souberam nem agradecer-te nem respeitar-te. Porque perante a tua atitude ao tomar a decisão de parar por tua única vontade, ninguém mais teria coragem de magoar-te. Se continuares, mesmo que contribuas como até aqui (ou que te deixem dar esse contributo), embora sejas ainda muito jovem, terás sempre pela frente mais dois anos de luta com o teu próprio corpo. E ainda outra luta a travar: a psicológica, com a tua tranquilidade física e mental. Seria bom que Portugal tivesse saído vencedor. Por nós e por ti. Para dares cumprimento às tuas palavras Os anos trazem o desgaste da idade, queiramos ou não. Se permaneceres no teu posto, defrontarás mais dois anos de trabalho exaustivo, de impaciência, de inquietação, de ansiedade. Após esse tempo, não será possível seres mais o mesmo atleta, e a retirada não será igual. Não terá o mesmo significado, o mesmo brio, a mesma dignidade. Com Portugal a perder, a última palavra será sempre a tua, Cristiano Ronaldo.
Soledade Martinho Costa

As festividades à Virgem Maria terão surgido, inicialmente, no Oriente, nos finais do século VII ou inícios do século VIII, embora somente nos princípios do século XII a devoção se expanda progressiva e definitivamente por todo o mundo cristão – até aqui com as opiniões dos teólogos divididas entre o prodígio do Nascimento de Cristo e a Santificação da Bem-Aventurada Virgem Maria (defendida pelos dominicanos). A partir de 1310 o culto à Imaculada Conceição começa a ser largamente difundido nas dioceses portuguesas da Guarda, Lamego, Évora e Lisboa, com a adesão de Braga a verificar-se em 1325.No Concílio de Basileia (1439) é então declarado que «a doutrina sobre a Imaculada Conceição era pia, muito conforme com o culto eclesiástico, com a fé católica, com a recta razão e a Sagrada Escritura, e que por isso devia ser aprovada, seguida, abraçada por todos os católicos».
Sisto IV proclama, por seu turno, que seja celebrada em todas as igrejas o Ofício e Missa da Puríssima Conceição, enquanto diversos papas (Paulo V, Gregório XIV, Alexandre VIII e Clemente IX, entre outros pontífices) exaltaram a remotíssima «devoção à pureza e santidade da Virgem Santíssima, concebida sem mácula do pecado original – a Filha do Eterno, a Mãe de Jesus, a Esposa e o Templo do Espírito Santo».
Feriado nacional e dia santo de guarda, a data de 8 de Dezembro constitui-se como um dia de festa religiosa, associada durante muitos anos à celebração mundial do Dia da Mãe, actualmente comemorado no primeiro domingo do mês de Maio.
Quanto ao acto da proclamação de Nossa Senhora da Conceição como padroeira de Portugal, efectuado com a maior solenidade pelo rei D. João IV a 25 de Março de 1646, alargou-se a todo o País, com o povo, à noite, a entoar cânticos de júbilo pelas ruas, para celebrar a Conceição imaculada da Virgem, ou, mais precisamente, a Maternidade Divina de Maria.
Assim se tornou Nossa Senhora a verdadeira Soberana de Portugal, não voltando por isso, desde aí, nenhum dos nossos reis a ostentar a coroa, direito que passou a pertencer apenas à Excelsa Rainha, Mãe de Deus.
Soledade Martinho Costa
Do livro “Festas e Tradições Portuguesas”, Vol. VIII
Ed. Círculo de Leitores
Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
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